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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

M-drol - O que é? Como tomar? Efeitos Colaterais


Informações gerais:

M-Drol é um suplemento desenhado para ajudar a seus usuários a atingir um músculo magro, força e vascularidadeM-Drol é diverso em suas aplicações. Pode ser utilizado para produzir aumentos de massa muscular ou quando se deseja ganhar em tecido muscular magro e manter a força enquanto se tenta estar mais delgado.

Os aumentos musculares de M-Drol são muitos secos e magros, tendo pouca ou nenhuma retenção de líquidos com este produto.

Os usuários notam tipicamente aumentos rápidos da força e de tamanho e plenitude muscular.

M-Drol se utiliza geralmente por períodos de 3 a 4 semanas. A dosificação média está começando com uma cápsula por dia para a primeira e segunda semanas, indo possivelmente até 2 cápsulas por dia para a terça e quarta semanas. Outros permanecem numa cápsula por dia em todas as semanas.


Impressões pessoais sobre o produto:

Estive lendo, me informando e perguntando sobre o tempo de resultados do M-Drol em vários fóruns da internet.

Todos. Isso mesmo! Todos disseram ou relataram a mesma coisa.
O produto desenvolve bem até na terceira semana.
Na quarta para frente os ganhos estagnam e se mantém por aproximadamente 5 semanas, sem indicar perdas maiores que 1kg.

Ganhos de 4 a 8 quilos e médio de 6kg de massa magra (e não kg de balança da farmácia) em 3 semanas.

O que diferiram os ganhos foram os objetivos, a alimentação e a receptividade bioquímica do atleta.

A sugestão é usar em ciclos de 3 semanas.

Preço médio praticado na internet: R$ 190,00 a R$ 210,00.
Quantidade: 90 capsulas.

Bons treinos.

Fonte: http://area-radical.blogspot.com/


Efeitos Colaterais

Tudo isso depende, da sua alimentação, dos seus exercícios e do seu organismo. Mas há relatos médicos de que a massa muscular desenvolvida pelo M Drol é de baixa qualidade, por isso ocorre a perda. Os médicos também alertam aos cuidados que devem ser tomados e dizem que se usado por pessoas com mais de vinte e um anos os efeitos colaterais são menores. Os efeitos colaterais são basicamente o stress no fígado, pressão alta e dor nas costas.
Comumente usado nos EUA, o suplemento ainda não foi catalogado pela ANVISA, por isso não é autorizada a venda legal dele, o que faz com que só seja encontrado ilegalmente ou pela internet, em sites norte-americanos, onde é vendido em uma quantidade de noventa cápsulas e custa entre R$ 190,00 e R$ 210,00.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Decanoato de Nandrolona - Deca Durabolin

DECAONATO DE NANDROLONA
A pratica de exercícios físicos, em especial a musculação, vêm sendo amplamente realizada por pessoas que buscam uma melhor qualidade de vida.
Porém, a musculação também é utilizada por atletas e pessoas que buscam um melhor rendimento físico ou estético, sendo muitas vezes a uso de drogas para maximizar seus resultados.
Nesse sentido uma das drogas mais utilizadas por freqüentadores de academias é a Nandrolona (Barquilha, 2009).
A nandrolona (também conhecida como deca-durabolin) é um andrógeno sintético, tendo ação anabolizante prolongada de até três semanas (Kutscher et al., 2002), podendo estimular o crescimento e a resistência celular.
Sua estrutura é parecida com a testosterona, porém não possui o carbono da posição 19, daí o nome 19Nor-testosterona, essa pequena mudança é faz com que ela não seja convertida em DHT (dihidrotestosterona) pela enzima 5-alfa-reductase (5AR) como normalmente acontece com a testosterona, conferindo então menores efeitos androgênios se comparado a testosterona.
Essa droga é utilizada na regeneração de diversos tecidos, como o sangüíneo, córneo e outros. Ela é classificada como um andrógeno não aromatizavel decorrente da baixa conversão a estrógeno, minimizando efeitos femininos em grandes doses desse hormônio (Kuhn, 2002; Cunha et al., 2006), e nas mulheres essa droga apresenta menor virilização quando comparada a testosterona, porém ainda assim pode causar tal efeito.
A via de administração da nandrolona é intramuscular ou oral. Ele é encontrado na urina como 19-nortestosterona e seus metabólitos; 19 norandrosterona e 19-noretiocholanolona, que podem ser detectados por um longo período de tempo na urina, sendo geralmente a norandrosterona presente em maior concentração (Guimarães e Alves).
Um dos principais benefícios com a prática de exercícios físicos é a cardioproteção, sendo que o uso da nandrolona parece anular esse efeito positivo decorrente do exercício, o que corrobora com o fato de serem encontradas lesões freqüentemente nos corações de indivíduos que fazem uso de altas doses de anabolizante (Chaves et al, 2007).
Além disso, outros possíveis efeitos colaterais podem ser encontrados com o uso, como acnes, calvície, libido, possível ruptura de tendão decorrente do aumento exorbitante de massa muscular, aumento do colesterol LDL, infarto agudo do miocárdio, morte súbita por hipertrofia ventricular esquerda.
Quando utilizados na puberdade, causam o fechamento das epífises ósseas, acarretando déficit final do crescimento em conseqüência do amadurecimento ósseo precoce, atrofia do tecido testicular, infertilidade, impotência, dificuldade ou dor para urinar e hipertrofia prostática, tumores hepáticos e de próstata.
Na mulher, pode ocorrer a masculinização, evidenciada pelo engrossamento de voz e crescimento de pêlos no corpo no padrão de distribuição masculino; irregularidade menstrual e aumento do clitóris. (Fineschi et al., 2001). Fatores psicológicos também são alterados, como irritabilidade.
A sua utilização fica geralmente entre 200 à 800mg por semana em homens, sendo que sua meia vida é geralmente de 6 dias.
Geralmente essa droga á associada com alguma testosterona de ação média ou longa, como por exemplo a oximetolona (fabricado com o nome comercial de Hemogenin) e a metandrostenolona (conhecida como Dianabol).
Sua dosagem então vai variar do período da forma como estiver usando e sua pré-disposição a ter ou não demasiada retenção hídrica com a mesma.
A Deca-Durabolin é produzida no Brasil pela empresa farmacêutica Organon, em ampolas de um mililitro com a concentração de 25 ou 50 miligramas/ampola.

REFERÊNCIAS
LARSSON, C.E. et al. Terapêutica tópica e sistêmica: pele, ouvido e olho. In: ANDRADE, S.F. Manual de terapêutica veterinária. 2.ed. São Paulo : Roca, 2002. p.116-178.
BARQUILHA, G. Uma analise da incidência de efeitos colaterais em usuários de anabolizante da cidade de Bauru. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, v. 03, p. 146-153, 2009.
CHAVES, E. A.; PEREIRA-JUNIOR, P. P.; FORTUNATO, R. S.; CARVALHO, D. P.; NASCIMENTO, J. H. M.; OLIVEIRA, M. F. Cardioproteção induzida pelo exercício é prejudicada pelo tratamento com o anabolizante decanoato de nandrolona. Brazilian Journal of Biomotricity. v. 1, n. 3, p. 46-55, 2007
CUNHA TS, TANNO A.N, MARCONDES, F.K.; PEREZ, S.E.A., SELISTRE-ARAUJO, H.S. A administração de nandrolona não promove hipertrofia do músculo sóleo em ratos. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. 2006; 50(3): 532-540.
FINESCHI V, BAROLDI G, MONCIOTTI F, PAGLICCI REATTELLI L, TURILLAZZI E. Anabolic steroid abuse and cardiac sudden death: a pathologic study. Arch Pathol Lab Med. 2001; 125(2): 253-255.
GUIMARÃES WAM, ALVES SCC. Efeitos Crônicos do Treinamento de Forca Associado ao uso do Decanoato de Nandrolona sobre as Reservas de Glicogênio Muscular e Hepatico em Ratos. http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/4mostra/pdfs/255.pdf
KUTSCHER EC, LUND BC, PERRY PJ. Anabolic steroids: a review for the clinician. Sports Med. 2002; 32(5): 285-96.
KUHN, CM. Anabolic steroids. Recent Prog Horm Res. 2002; 57: 411-434.
1. Pharmacokinetic parameters of nandrolone (19-nortestosterone) after intramuscular administration of nandrolone decanoate (Deca-Durabolin) to healthy volunteers;
2. Impact of Nandrolone Decanoate on Gene Expression in Endocrine Systems Related to the Adverse Effects of Anabolic Androgenic Steroids;
3. Anabolic androgenic steroids differentially affect social behaviors in adolescent and adult male Syrian hamsters – Salas-Ramirez KY, Montalto PR, Sisk CL;

“ATENÇÃO: ESTEROIDES ANABOLIZANTES SÃO MEDICAMENTOS O SEU USO SEM A PRESCRIÇÃO DE UM MÉDICO PODE TRAZER DANOS A SAÚDE E LEVAR A MORTE.
ESTE ARTIGO TEM COMO INTUITO APENAS INFORMATIZAR SOBRE OS BENEFICIOS E OS RISCOS DOS ANABOLIZANTES.
NÃO FAZEMOS APOLOGIA AO USO DOS MESMO. A COMPRA DESSES MEDICAMENTOS SEM A RECEITA MEDICA É ILEGAL.!”

Brasil não combate o doping

Anunciado como país sede dos Jogos Olímpicos de 2016, Brasil registrou 30 casos só este ano. Falta uma política nacional para evitar que o problema continue

O jornal Correio Braziliense apresentou em 16 de novembro de 2009 uma matéria crítica sobre a situação do controle antidoping no Brasil. Por falta de organização, os testes são escassos e geralmente realizados em épocas em que as drogas não podem ser detectadas, facilitando a vida de quem trapaceia.
É bom lembrar que o doping está inserido em praticamente todas as modalidades esportivas, não sendo um problema exclusivo dos campeonatos de fisiculturismo e halterofilismo.
Leia a matéria completa abaixo:
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Brasil não combate o doping
Anunciado como país sede dos Jogos Olímpicos de 2016, Brasil registrou 30 casos só este ano. Falta uma política nacional para evitar que o problema continue
# Thalita Kalix
Um teste surpresa feito pela Federação Internacional de Ginástica acusou que Daiane dos Santos estava dopada. O resultado, anunciado no último 30 de outubro, foi o mais chocante, mas não o único caso de doping a chamar atenção do Brasil. Em agosto, dez dias antes do Mundial de atletismo, cinco brasileiros foram pegos nos testes também — e voltaram para casa. À parte às controvérsias se o número está ou não dentro da normalidade, ele reflete uma realidade grave do país que vai receber os Jogos Olímpicos de 2016: o Brasil não tem uma política de combate ao doping.
O Ministério do Esporte tem uma Comissão de Combate ao Doping, mas a única função do órgão, criado em 2004, é aprovar a lista de substâncias da Agência Mundial Antidoping (WADA). “A comissão foi criada para manter a legislação brasileira de acordo com a internacional”, justifica o médico Eduardo de Rose, membro do Comitê Olímpico Brasileiro e presidente da Comissão. “Eventualmente, ela poderia até fazer algo, mas não tem recursos para isso”, justifica.
Alexandre Pagnani, membro da comissão, presidente da Associação Brasileira de Estudo e Combate ao Doping (ABECD) e presidente da Confederação Brasileira de Culturismo e Musculação, reclama que o problema vai além. Como a comissão é subordinada ao Conselho Nacional do Esporte (CNE), nem as orientações que dá são necessariamente acatadas e chegam a virar ação. “Montar a comissão, do jeito que ela está, simplesmente para se reunir uma vez por ano para aprovar a lista de substâncias, que por lei tem que passar por aprovação, e depois passa na CNE, está sendo inútil.”
Mas há quem defenda o funcionamento da comissão. Para o representante do Conselho Federal de Educação Física, Alexandre Nunes, o grupo cumpre o seu papel dentro do possível. “O andamento dentro do processo democrático é lento. Mas discutimos as demandas que os representantes das 13 instituições levam.” E ele destaca que o papel de combate ao doping será feito pela Agência Brasileira Antidoping (ADA). “Qualquer fiscalização em um país do tamanho do Brasil é difícil. As confederações têm dificuldades e nem a comissão nem o ministério têm poder de gerir isso.”
A comissão se reunirá hoje, e a pauta, mais uma vez, é apenas a lista de substâncias da WADA. O e-mail de convocação para os membros diz que “outros assuntos serão pautados oportunamente”.
Poucos encontros
A Comissão foi criada em 2004. Ela tem 13 membros: representantes de órgãos do governo, do esporte e da sociedade, ligados ao tema doping. De acordo com os membros, já houve anos em que foram realizadas quatro reuniões. Em 2009 só uma aconteceu, por enquanto.

Muitas promessas, nenhuma ação
Como a Comissão de Combate ao Doping não tem poder de decisão nenhum, não há quem responda pelo tema no Ministério do Esporte. Alexandre Pagnani denuncia que o governo prometeu ajudar as confederações nacionais, cedendo cotas de análise de doping, no Ladetec, mas não pagou.
“Desde 2006 o governo prometeu cotas de controle de exame antidoping, tanto aos esportes olímpicos quanto aos não olímpicos, e não cumpriu com seu papel na doação dessas cotas de análise de controle. A alegação do governo, e visitei várias áreas do ministério, é que não existe dotação e nem rubrica orçamentária específicas para a ação do sistema de controle antidoping.” A confusão começa por não saber a quem reportar sobre o tema, dentro do ministério, denuncia Pagnani. “O alto rendimento declarou, pelo antigo secretário, que não é competência dele, a ciências e tecnologia, não é competência dela, a educacional, não é competência dela, de quem é então? Estamos no limbo.”
Procurado pela reportagem do Correio, o Ministério do Esporte simplesmente respondeu que neste mês de novembro, o ministério receberá a visita de uma missão da Wada que vai ajudar a definir um plano nacional antidoping que contemple a criação de uma agência e a demanda de investimentos em laboratório de controle de dopagem. Informações sobre quanto tem sido reservado do orçamento ou quem é o responsável no órgão pelo tema combate ao doping não foram prestadas.
Casos deixados ao acaso
Das 29 modalidades olímpicas, poucas fazem controles permanentes. De acordo com o médico Eduardo de Rose, maior autoridade em doping no país, futebol, atletismo, natação, ciclismo e vôlei mantêm uma boa regularidade de controle. “A maioria faz antes dos mundiais”, explica o médico.
“As demais modalidades não o fazem e só são realizados quando entra a ação do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na participação dos Jogos Sul-Americano, que é o Odesur, Pan-Americano e Olimpíada. Fora isso, não existe controle”, garante Alexandre Pagnani.
O COB não quis entrar na discussão e, por meio de sua assessoria, disse apenas ter a informação dos exames feitos pelas confederações, mas que elas são confidenciais. Muitas das confederações, entretanto, confirmam: exame antidoping só nas principais competições e olhe lá. No pentatlo moderno, por exemplo, os atletas só são avaliados quando o COB pede. A razão, explica Celso Sasaqui, diretor técnico e vice-presidente da confederação, é o alto custo e o baixo número de atletas. “A gente não faz o controle com exames. É mais na confiança. Os técnicos nos avisam quando algum atleta tem que tomar um remédio que esteja na lista proibida da WADA.” Hoje, um exame completo simples, custa cerca de US$ 500 por atleta.
O custo também é o argumento da Confederação Brasileira de Esgrima, que só faz o controle no campeonato brasileiro. “É um exame um pouco caro”, justifica Edinilson Cesano, do departamento técnico da confederação. Mas ele logo lembra que o ciclo olímpico ainda está no início e garante que ano que vem o controle deve ser regular.
Pagnani questiona o argumento do custo. “Nós temos que abrir o leque de ser declarado, eu como dirigente até mesmo de um esporte polêmico (culturismo), quanto mais controle fizer, mais vai pegar. Será que é vantagem em que o mundo saiba o que acontece no Brasil? Por que não fazer esses controles? Há alegações de que não há recursos por parte das confederações — as olímpicas eu desconsidero, já que elas têm o repasse da Lei Piva, elas poderiam separar 1% desse valor que eles recebem para destinar a campanhas educativas de controle. Algumas confederações iniciam o controle e param de repente.”
Prejuízo e constrangimento
Sem dinheiro para fazer o controle regular na sua confederação, Alexandre Pagnani teve uma atleta campeã mundial pega tentando burlar o exame antidoping durante a competição: Anne Becker pôs água na urina. A punição veio em seguida para a atleta, que será suspensa, e para o técnico e a Confederação. Mas tudo isso poderia ter sido evitado, lamenta Pagnani: “É preferível que pegue aqui dentro para não nos sujeitar à multa (de dois mil dólares) e ao ridículo lá fora.”

Agência Brasileira também gera polêmica
Eduardo Nicolau/AE - 13/7/07
Eduardo de Rose diz que maioria dos esportes não realiza exames com frequência

Desde outubro do ano passado, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) já abriga a Agência Brasileira Antidoping (ABA), uma exigência da Agência Mundial Antidoping (Wada) para o país. Só que ela ainda tem uma ação restrita. “A agência está em desenvolvimento. Ainda este mês devemos ter uma reunião com a Wada para tomar decisões. Mas depende de um entendimento com o Ministério do Esporte”, explica Eduardo de Rose.
O médico ainda explica que a ABA deverá ser formada por membros do comitê e do ministério, meio a meio. “Ela não pertenceria a nenhum dos dois. Tanto que pode ter sede tanto no COB quanto no Ministério. Depende do que for decidido.” A ligação intrínseca do comitê com o órgão regulador, entretanto, é questionada por Alexandre Pagnani.
“A sugestão nossa é de que a Anvisa absorva a agência, com as cabeças profissionais que o Ministério do Esporte oferece, como os que trabalham na Comissão Nacional e outros, para consolidar essa agência nacional, porque o Comitê Olímpico se ofereceu a montar a agência. Mas, numa teoria jurídica, por mais que o COB não tenha maldade, as pessoas imaginam que ele é o maior interessado em que estas situações não apareçam.” A Anvisa alega apenas que não foi contactada, mas que hoje, não tem estrutura para isso. O COB simplesmente alega estar cumprindo uma exigência da Wada.

Palavra de especialista
Críticas pesadas

“Testar atletas nas competições é mais um teste de QI do que um teste antidoping, porque o atleta precisa ser muito estúpido para ser flagrado numa competição. Você usa esteroides durante a pausa da temporada, porque é quando você constrói a base de sua força, e isso serve para vocês por meses e meses adiante durante as competições. Tem que se aumentar os testes no quarto trimestre, que é quando os atletas usam as drogas. Mas, em vez de aumentar o número dos testes no quarto período, como eu aconselhei, eles reduzem pela metade. Ou eles estão promovendo o uso de doping ou eles são ignorantes”
Victor Conte
Fundador do laboratório Balco, dos EUA, responsável pelo primeiro escândalo por uso de esteroides, com os velocistas Marion Jones e Tim Montgomery, que conquistaram medalhas olímpicas e recordes mundiais.
Estatísticas e curiosidades
A Confederação Brasileira de Futebol é a instituição que mais faz controle antidoping no país. Enquanto o Comitê Olímpico Brasileiro fez 600 exames pré-evento, ano passado, para ir às Olimpíadas, o esporte bretão faz cerca de quatro mil análises por ano. Esse número engloba as séries A, parte da B e da C, do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil, da Libertadores e da Copa Sul-Americana. No total, o Brasil realiza de cinco a seis mil exames antidoping por ano. “Nem tanto ao mar nem tanto à terra. Tem países que fazem mais de 10 mil, mas outros não fazem nem mil. Fazemos bastante, mas poderíamos fazer mais”, argumenta o médico Eduardo De Rose.
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Fonte: Jornal Correio Braziliense de 16 de novembro de 2009, caderno Super Esportes, fls. 14 e 15.

domingo, 25 de outubro de 2009

O que é tpc? [Terapia pós ciclo]

Como muitos acham que tomar anabolizantes é só tomar e pronto não é bem assim devemos estar atentos aos efeitos que eles causam ao nosso corpo, tomar proteções podem amenizar algum danos no organismo, não 100% mais evitá-los já que eles envolvem muitas e muitas células que muitas vezes não são protegidas pelos "protetores". Ai vai algum dos modos que conheço para TPC!!!


TERAPIA PÓS CICLO
MODO 1

Semana 1
1)Clomifeno: 100mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia
3)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 2
1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia
3)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 3
1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia
3)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 4
1)Tamoxifeno: 40mg/dia
2)Vitamina E: 1.000UI/dia

Semana 5
1)Tamoxifeno: 20mg/dia

Semana 6
1)Tamoxifeno: 20mg/dia

Total: 28cps clomifeno
70cps tamoxifeno

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TERAPIA PÓS CICLO
MODO 2

Semana 1
1)Clomifeno: 100mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia

Semana 2
1)Clomifeno: 100mg/dia
2)Tamoxifeno: 40mg/dia

Semana 3
1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 20mg/dia

Semana 4
1)Clomifeno: 50mg/dia
2)Tamoxifeno: 20mg/dia

Total cápsulas
42 cápsulas Clomifeno
42 cápsulas Tamoxifeno

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TERAPIA PÓS CICLO
MODO 3

1º Dia
300mg Clomifeno (6 cápsulas)

2º ao 11º Dia
100mg Clomifeno (2 cápsulas)

12º ao 21º Dia
50mg Clomifeno (1 cápsula)

Total
36 cápsulas Clomifeno


Créditos:

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Efeitos colaterais dos anabolizantes

A equipe do puromuc ressalta “Os colaterais dependem muito de como o seu organismo vai reagir sobre a droga, algumas pessoas fazem ciclos e não apresentam sequer nenhum efeito colateral com exceção da dorzinha de cabeça no começo do ciclo (rs), porem eu já vi casos de pessoas que tomaram 2 comprimidos de hemogenin e foram parar no hospital, posso citar também o caso de um amigo meu que ao ciclar com o hemogenin no 5º comprimido foi para o PS com a pressão sanguínea elevada.”
Cada um corpo é um corpo, cada caso é um caso.

Efeitos colaterias dos anabolizantes

- Testículos
Diminuem a função dos testículos levando a supressão da produção de testosterona natural, reduzindo a produção de espermatozóides e causando sua atrofia (diminuição de tamanho).

- Ginecomastia
É o termo usado para o aparecimento de mamas nos homens. Normalmente a testosterona é convertida em parte para o hormônio feminino estradiol. Quando se toma grandes quantidades de testosterona, grandes quantidades viram estradiol e estimulam o desenvolvimento de mamas. Nem todos os esteróides anabolizantes causam ginecomastia. Alguns como a dihidrotestosterona não são convertidos em estrogênio.

- Eritrocitose
É o aumento dos glóbulos vermelhos (hemácias). É o oposto da anemia.

- Hepatite
Alguns androgênios são tóxicos ao fígado, podendo levar a hepatite e falência hepática. Um dos principais é o estanozolol (Winstrol).

- Coração
Parece haver um maior risco de morte súbita por doenças cardíacas em usuários de anabolizantes, mesmo naqueles que são jovens e não apresentam doença cardíaca prévia. Alguns anabolizantes também aumentam os níveis de colesterol LDL (Colesterol Ruim) e reduzem o colesterol HDL (Colesterol bom)

Existe também uma incidência maior de hipertensão nos usuários de esteróides anabolizantes

- Pele
Além de acelerar o processo de calvície, pode produzir acne grave. Na foto abaixo o usuário desenvolveu uma acne tão extensa que quase morreu de sepse. As cicatrizes ficarão para sempre.

Anabolizantes

- Outros
Os esteróides também são associados a insuficiência renal , câncer de próstata , alteração da voz, comportamentos agressivos e distúrbios psiquiátricos.

- Adolescentes
Os anabolizantes interrompem o crescimento e aceleram a puberdade se tomados quando muito jovem.

- Mulheres
Talvez os efeitos mais drásticos ocorram no sexo feminino. As mulheres passam desenvolver características masculinas como voz grossa, alargamento da mandíbula, aumento do clitóris, calvície, crescimento de pelos na face e cessação da menstruação.

“Este artigo tem o intuito apenas de informatizar os marombeiros.”

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Uso dos esteroides anabolizantes na adolescencia

Entenda um pouco mais sobre os riscos que correm os adolescentes que usam este tipo de medicamento!

Cerca de 95% dos adolescentes que usaram alguma droga anabólica não tiveram nenhum tipo de supervisão médica durante o uso e cerca de 80% não usam nenhum tipo de proteção ou terapia pós-ciclo para remediar os efeitos colaterais das drogas.


O uso de esteróides anabolizantes na adolescência é muito mais prejudicial do que quando usados na fase adulta. A grande maioria sabe que as drogas trazem efeitos colaterais, mas não imaginam que os danos são muito maiores e as vezes irreversíveis quando você está em fase de crescimento.


Efeitos Colaterais dos Esteróides Anabolizantes em Adolescentes

- Acne Severa
A maioria dos adultos sofrem com acne durante ciclos de anabolizantes, agora calcule os efeitos em um adolescentes que estão na fase onde há a maior pre-disposição a ter acne em toda a sua vida. Os efeitos podem ser catastróficos para sua auto-estima.

- Problemas no Fígado
É extremamente comum usuários adolescentes escolherem os esteróides orais, devido a facilidade de ingestão e pelo receio de injetar algo para dentro do seu corpo. A maioria acha que isto é o melhor caminho, porém a maioria dos esteróides anabolizantes injetáveis não são processados pelo fígado, o que é melhor, pois entram em seu organismo muito mais rápido e que não acontece com os orais, todos são processados pelo fígado o que traz um grande estresse para este órgão, podem ocorrer problemas como câncer do fígado e cirrose hepática. A droga Hemogenin por exemplo, tem ligação comprovada cientificamente com o câncer do fígado. Tem medo de agulhas ? Nem pense em anabolizantes.

- Diminuir ou parar completamente a produção de testosterona
Para quem não sabe, a testosterona é o principal hormônio masculino e os esteróides anabolizantes são a forma sintética deste hormônio. Quando você começa um ciclo de esteróides anabolizantes o seu corpo para de produzir naturalmente a testosterona devido ao alto nível que já está entrando devido aos esteróides, quando você para de utilizar drogas o corpo não estará mais produzindo testosterona natural(pois o corpo não viu necessidade devido ao excesso), depois de um tempo que ele vai perceber a falta e voltar a produzir naturalmente de forma extremamente lenta. O problema é quando o adolescente faz uso de esteróides, pois o seu corpo está em fase de crescimento e os níveis dos hormônios são muito instáveis, o que pode acarretar na diminuição drástica ou total de testosterona e não é só por um período de tempo, é para sempre. Caso isto aconteça, você terá problemas em manter o nível de testosterona o resto da vida, tendo que ser monitorado por exames o resto da vida.

Alem do mais os esteroides também podem comprometer o crescimento!
Por isso pense bem antes de fazer a sua escolha.

Conclusão

Quer usar anabolizantes ? Espere pelo menos até os 21 anos, a não ser que você esteja disposto a enfrentar problemas pelo resto da vida. Não vale a pena gastar dinheiro para ficar grande por 3 meses e ter dificuldades pelo resto da sua vida.

Conheça um pouco mais o esteroide hemogenin [ Principio Ativo: Oximetolona ]

Esta droga é conhecida como o esteróide oral mais poderoso que um culturista pode administrar, mas sua função terapêutica é a de aumentar a produção de células vermelhas no sangue (eritropoiese). É utilizada no tratamento de alguns tipos de anemia e em alguns estágios de AIDS, mas recentemente outra droga não esteroidal (EPO) vem substituindo a oximetolona.

O medicamento originalmente produzido pela Syntex foi re­tirado das prateleiras no Brasil e passou a ser produzido por outro laboratório com o mesmo nome, Hemogenim. É encontrado em ou­tros países com o nome de Anadrol ou Anapolon. Ele pode ocasionar um rápido ganho de força e volume muscular; mas, devido à sua alta toxidade ao fígado - é um 17 -alfa alquelado - a dose e o ciclo de utilização devem ser limitados. Sua utilização em dose muito eleva­da pode salientar os efeitos colaterais. Um único comprimido vem com a dosagem de 50 mg, mas a oximetolona não é efetiva apenas por sua concentração, como pensam alguns. Paradoxalmente, em dosagem inferior a droga não funciona bem, pois não se liga eficientemente aos receptores celulares. Portanto, a prática de dividir o comprimido em dois não é adequada. O mesmo não acontece com a oxandrolona, que vem em doses de apenas 2 mg e o stanozolol em 5mg.

Mesmo em dosagem menor, para limitar alguns efeitos cola­terais, é comum o acompanhamento com o citrato de tamoxifeno ou anastrozol. Mulheres não utilizam a oximetolona.

Existem várias narrativas de abuso dessa poderosa droga, com narrações da administração bizarra de até dez comprimidos por dia!.Talvez por parte de indivíduos extremamente mal informados e! ou que desejam resultados geometricamente proporcionais às dosagens. Também devemos levar em conta que drogas orais são bem atrativas para quem teme injeções intramusculares.

Contrariando a crença de que a maioria só utiliza a oximetolona em fase fora de temporada, essa droga também vem sendo usada, por alguns atletas na Europa, em fase pré-competição. Eles acreditam que o medicamento aumentará o volume sangüíneo, sendo utilizado em associação com o anastrozol, ao invés do tamoxifeno, como inibidor de aromatase para a droga.

A dosagem para homens pode variar de 1 a 2 comprimidos e distribuída durante o dia. O tempo de uso não deveria ultrapassar 5 semanas e o intervalo mínimo entre administrações deveria ser de 6 a 8 semanas.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Uso dos Esteroides anabolizantes na medicina

Uso médico

Os esteróides anabólicos foram testados por médicos para muitas finalidades desde a descoberta da testosterona sintética dos 1930s aos 1950s, algumas com sucesso. Um dos usos iniciais de esteróides foi para o tratamento de cansaço crônico, como o dos prisioneiros nos campos de concentração nazistas e prisioneiros de guerra. Durante a Segunda Guerra Mundial, pesquisas foram realizadas pelos cientistas alemães para a síntese de outros esteróides anabólicos, e foram feitos experimentos em prisioneiros humanos e nos próprios soldados alemães, esperando aumentar as tendências de agressividade de suas tropas. O médico de Adolf Hitler revelou que Hitler recebeu injeções de derivados de testosterona para tentar tratar várias de suas doenças.[19]

Depotestosterona, uma forma sintética de testosterona produzida para fins médicos
  • Estimulação da medula óssea: Durante décadas, os esteróides anabólicos foram importantes para a terapia de anemias hipoplásicas não causadas por deficiência nutritivas, especialmente a anemia aplásica. Os esteróides anabólicos vêm sendo lentamente substituídos por hormônios sintéticos (como a epoetina alfa) que estimulam seletivamente o crescimento de precursores das células do sangue.
  • Estimulação do crescimento: Os esteróides anabólicos foram receitados em larga escala por endocrinologistas pediátricos para crianças com deficiência no crescimento dos anos 1960s até os 1980s. A disponibilidade de hormônio do crescimento sintético e a estigmatização social crescente sobre o uso de esteróides anabólicos levou à descontinuação deste uso.
  • Estimulação do apetite e preservação e aumento de massa muscular: Esteróides anabólicos tem sido dados para pessoas com condições crônicas desgastantes como câncer e AIDS.[20][21]
  • Indução da puberdade masculina: Andrógenos são receitados para muitos garotos com atraso da puberdade. Atualmente a testosterona é praticamente o único andrógeno usado para esse fim, mas esteróides anabólicos sintéticos foram usados anteriormente nos anos 1980s.
  • O enantato de testosterona pode mostrar-se um método útil, seguro, reversível e efetivo para contracepção hormonal masculina num futuro próximo.[22][23]
  • Usado para problemas relacionados com a idade em idosos. Os esteróides anabólicos têm se mostrado como auxiliares em muitos problemas da velhice.[24]
  • Usado em terapia de reposição hormonal para homens com baixos níveis de testosterona. (veja hipogonadismo)
  • Usado para dismorfia de gênero: ao passo que as características secundárias masculinas (puberdade) se iniciam em pacientes diagnosticados como feminino-para-masculino. Os derivados mais utilizados da testosterona são o Sustanon e o Enantato de Testosterona que tornam a voz mais grave, aumentam as massas muscular e óssea, os pêlos faciais, os níveis de células vermelhas do sangue e o clitóris.

Tabela comparativa entre os esteroides anabolizantes

Aromatização: Conversão de um andrógeno em um estrógeno.

Androgênico: Referente às características sexuais masculinas secundárias: agravamento do trimbre de voz, cabelo, etc.

Anabólico: Que causa aumento de massa corporal.

Hepatotoxidade: Que causa problemas hepáticos (fígado).

Abaixo está uma tabela com vários anabolizantes esteróides androgênicos, seus efeitos benéficos e colaterais:

Nome genérico Nome comercial Formulação Aromatização Anabólico Androgênico Hepatotoxidade
Androisoxazol Neopondren, Neo-ponden Comprimidos 5 mg Mínima Bastante Pouco Sim
Androstanolona Androlone, neodrol, anabolex, anaprotin, protona Oral (10 e 25 mg), injetável (100 mg/mL) Não Bastante Pouco Pouca
Boldenona Equipoise, parenabol Injetável (50 mg/mL) Pouca Bastante Médio Pouca
Etilestrenol Durabolin-o, maxibolin, orabolin Oral (2 mg) Pouca Pouco Pouco Bastante
Fluoximesterona Halotestin Oral (5 mg) Não Bastante Bastante Bastante
Mesterolona Androviron, proviron Oral (25 mg/mL) Não Bastante Médio Pouca
Metandienona Danabol, dianabol Oral (5 mg) Pouca Bastante Pouco Bastante
Metenolona Primobolan, primonabol Oral (5 mg), injetável Não Bastante Pouco Pouca
Nandrolona Deca-durabolin Injetável Pouco Bastante Pouco Pouca
Oxandrolona Anavar, lipidex Oral (2,5 mg) Pouco Bastante Pouco Bastante
Oximetolona Hemogenin Oral (5 e 50 mg) Pouco Bastante Pouco Bastante
Stanozolol Winstrol, stromba-jet Oral (2 e 5 mg), injetável (25 mg/mL) Pouca Bastante Pouco Bastante
Testosterona cristalina Durateston Oral e sublingual Média Bastante Bastante Não
Trembolona Parabolan Injetável Pouco Bastante Pouco Pouca

sábado, 2 de maio de 2009

[Opnião] PuroMuc Sobre os oléos, Que farsam a hipertrofia.

O medicamente ADE, é sem duvidas uma droga perigosa, e altas chances de ser letal, alem de não ser uma escolha inteligente, pois quem usa, fica com os "músculos" ridículos, parecendo mais um deposito de gorduras.
Infelizmente hoje em dia, o ADE é muito ultilizado, pelas pessoas da classe social baixa, por que geralmente são pessoas que não conhecem, e são facilmente iludidas, por que não possuem um meio de pesquisa.
O ADE não deve ser administrado de forma alguma, nem em doses baixissimas, é um erro grave pensar que esse medicamento quando administrado "corretamente" não ira trazer nenhum colateral.

Segue abaixo valores do medicamente, (Talvez esse o principal atrativo, para os desinformados) Preço baixo;

A.D.E Frasco 30ml - Media 17,90 r$ -> Nas cidades que componhe o Vale do Aço - MG.

Uma pesquisa realizada pelo puro muc, nas ruas revelou a seguinte informação:
Foi feita a seguinte pergunta para 500 pessoas:

Se o governo investisse mais na prevenção dos anabolizantes, e paracem de tentar iludir as pessoas, em relação ao perigo do uso indiscriminado dos anabolizantes, e mostrasse as maleficias reais, você acha que o uso dos esteroides anabolizantes, poderiam cair?

- 123 Pessoas disseram que "NÃO"
- 288 Pessoas disseram que "SIM"
- 89 Não souberam responder.

Abraços;

PuroMuc



O Perigo dos oléos, que farsam a hipertrofia. [ADE, Essiclene e Synthol]

Em 1º lugar iremos inserir uma foto, de pessoas típicas que usam ADE. Vejam como o músculo fica ridículo.


Arquivo retirado da revista online: Fisiculturismo.

Um dos óleos mais utilizados por jovens que desejam um músculo mais avantajado é o ADE, um conjunto de substâncias utilizado para bois, cavalos, carneiros, porcos, que servem para suprir a deficiência de vitaminas no corpo do animal. Como um combustível, os jovens fazem um coquetel de substâncias e injetam nos músculos para um rápido crescimento, sem se preocuparem com os riscos que essa injeção pode trazer. (Tribuna do Norte)

O ADE, também usado pelos jovens, é um complexo vitamínico que pode causar necrose do músculo se mal aplicado. Pagnani contabilizou pelo menos 30 casos recentes de graves seqüelas decorrentes da má aplicação do ADE. Desde 1998, há pelo menos quatro mortes documentadas no país relacionadas aos anabolizantes. A associação prepara uma campanha contra o uso dessas substâncias. (Folha de S. Paulo)

Sem efeito anabolizante, o ADE provoca uma inflamação quando injetado no músculo. A substância fica “encapsulada” e infla o local, o que pode ser confundido com hipertrofia muscular. Pode causar necrose dos tecidos, amputação e até morte. (Folha Cotidiano)

Leia o que diz Paulo Gentil sobre o uso de substâncias para causar inchaço nos músculos:

Praticamente todo freqüentador de academia tem algum grupamento muscular que deseja desenvolver de maneira prioritária. Pode ser o bíceps, que poderia ser um pouco maior; a panturrilha, que não acompanha o desenvolvimento da coxa; ou a coxa, que se mostra desproporcional em relação ao tronco.

Tais desequilíbrios, via de regra, são originados por falhas no treinamento, limitações genéticas e/ou problemas psicológicos, como a dismorfia muscular. No entanto é difícil que se tenha humildade e sabedoria para reconhecer os problemas e corrigi-los de forma saudável e eficiente.

Ao invés disso, tem ocorrido uma busca irracional pela “hipertrofia localizada”, que culminou com a injeção de óleos dentro de determinados grupamentos musculares. Apesar de ser perigosa e não ter nenhum suporte técnico, ou ao menos explicação supérflua. Essa prática tem se tornado assustadoramente comum, produzindo sérios efeitos lesivos e, dentre os sobreviventes, verdadeiras aberrações.

Dentro os óleos injetados localmente três merecem destaque:

Esiclene (formebolone, hubernol)

Das drogas usadas para se obter crescimento localizado, está é provavelmente a mais antiga, sendo produzida pela primeira vez na Itália, no final da década de 60. A Esiclene não promove aumento volumétrico em longo prazo, mas sim uma violenta inflamação aguda no local da injeção, que é removida após poucos dias, levando o inchaço a desaparecer totalmente em 2 a 3 semanas.

A dor provocada pela injeção desta droga é tão forte que normalmente se adiciona anestésicos locais, como lidocaína, nas ampolas, para minimizar o sofrimento do usuário. O andar robotizado de alguns fisiculturistas durante as apresentações normalmente é conseqüência da aplicação de Esiclene nas panturrilhas.

Synthol (Pump N Pose)

O Synthol é composto basicamente de triglicérides de cadeia média, álcool benzóico e lidocaína. Novamente a adição de um anestésico (lidocaína) surge para minimizar a dor decorrente da injeção. O músculo é composto por um conjunto de fibras envoltas, em diversos níveis, por tecidos conjuntivos, não havendo praticamente nenhum espaço livre entre as estruturas. Assim, a introdução de uma grande quantidade de óleo causa a distensão e rompimento de diversos tecidos, vasos e nervos, daí a necessidade de se acrescentar lidocaína.

Conta-se que o Synthol foi criado por um alemão chamado Chris Clark, que desejava obter efeitos mais prolongados que os obtidos pela Esiclene. Para burlar os aspectos legais da venda de um produto tão ignóbil, seus vendedores o anunciam como óleo de pose, daí seu nome comercial de “Pump N Pose”.

No entanto é muito ingênuo acreditar que se paga 400 dólares em um frasco de 100ml de óleo de pose e mais ingênuo ainda acreditar que um óleo de pose teria lidocaína em sua fórmula.

ADE

No Brasil, a alternativa para o uso de Synthol e outros óleos, veio através de um medicamento veterinário de custo relativamente baixo e de fácil acesso: o composto vitamínico ADE.

Cada 100 ml de ADE, normalmente é composta de 2.500.000 a 25.000.000 Ul vitamina A, 500.000 a 7.000.000 Ul de vitamina D e 1.650 a 7.000 Ul vitamina E. Oficialmente, este produto é recomendado para tratar carências de vitaminas e infecções em bovinos, eqüinos, suínos, ovinos, caprinos e coelhos (há claras recomendações para não se usar em cães e gatos).

Por conter vitaminas lipossolúveis, o veículo do ADE é oleoso e seu custo é relativamente baixo, dada a matéria prima e destinação do produto. Assim, algum “gênio”, teve a infeliz idéia de iniciar a injeção localizada desta substância e criar uma versão tupiniquim do Synthol, nos presenteando com uma das práticas mais ignorante do mundo do fitness.

Como se pode notar, o ADE não possui o analgésico encontrado nos produtos acima, o que deixa sua aplicação mais dolorosa e torna mais difícil que uma grande quantidade seja usada de uma só vez. No entanto, muitos usuários burlam esta limitação com aplicações pequenas e constantes da droga, obtendo, em longo prazo, as mesmas deformações e efeitos colaterais que se pode com outros óleos.

Como funcionam

O que estas substâncias poderiam fazer pelo desenvolvimento muscular? A resposta é clara: nada. Nenhum desses compostos tem a capacidade de promover o anabolismo, muito pelo contrário o efeito mais claro de seu uso é a morte dos tecidos adjacentes.

Quando se aplica uma dessas drogas, apenas uma pequena parte é absorvida de imediato, o restante permanece estagnado no local. A grande quantidade de óleo é reconhecida pelo organismo como um corpo estranho dentro do músculo e, como meio de proteção, uma camada de tecido conectivo é formada em volta do óleo para evitar que ele se espalhe e cause mais danos. Ou seja, ao aplicar um desses óleos, não se está aumentando a massa muscular e sim criando uma espécie de tumor.

A inflamação aliada à presença dos óleos, leva ao aumento do volume no local, que permanece por alguns anos, até que o corpo consiga removê-lo totalmente ou, pior, até que ele destrua os tecidos e tenha que ser removido cirurgicamente.

Efeitos colaterais

O organismo pode não ser capaz de controlar adequadamente os processos lesivos decorrentes da presença do óleo, gerando uma progressiva destruição tecidual que leva ao comprometimento de toda a região, que culmina com a remoção cirúrgica dos tecidos mortos e, em casos extremos, leva a amputações. Apesar de parecer distante para muitos usuários, nos Estados Unidos, onde esta moda se espalhou e ganhou proporções absurdas, as amputações já ocorrem, e há quem diga que são relativamente comuns.

Outro problema grave é o próprio ato de injetar os óleos, o que normalmente é feito pelo próprio usuário ou por outra pessoa despreparada, sem nenhum conhecimento de anatomia. Normalmente os locais onde se aplicam as drogas são altamente vascularizados, como bíceps e panturrilha, o que aumenta exponencialmente o risco de se atingir ramos do sistema circulatório durante a aplicação. Caso esta substância caia na circulação o risco de morte é real e iminente, podendo causar embolias, ataques cardíacos, infartos, derrames cerebrais ou outros problemas graves (um renomado fisiculturista profissional atingiu uma veia enquanto aplicava um desses produtos e quase foi a óbito por complicações cardiocirculatórias). Também são relativamente comuns os casos onde se atingem nervos, levando a paralisias irreversíveis. (para quem acha que isto é um alarde irreal, recomendo que veja uma foto onde se mostra a quantidade de nervos, veias e artérias dos locais onde se aplica o óleo).

Considerações finais

Por ser uma prática leiga, obscura e sem nenhum controle, será muito difícil obter dados oficiais dos problemas advindos do uso de óleos para crescimento localizado, mas já se ouve muitos relatos de efeitos colaterais sérios, como morte, embolia, infartos, amputações, paralisias e necroses.

Além dos males diretos, a facilidade em obter um aumento do volume de determinado músculo através de injeções localizadas está criando verdadeiras aberrações. O uso desses óleos está fazendo com que se perca o bom-senso, sendo comum vermos braços desproporcionais ao tórax, com uma aparência e consistência que denuncia claramente que aquilo não é músculo.

O treino correto e a alimentação disciplinada são meios valiosos não só de se obter benefícios estéticos, mas principalmente para se alcançar melhoras que atingem a saúde e outros aspectos qualitativos da vida. No entanto, as práticas saudáveis estão sendo substituídas por frascos de óleos. Usar artifícios que não trazem ganhos reais e, ainda prejudicam seriamente seu organismo é ignorância e não tem nada a ver com esporte, saúde ou com uma atitude racional e coerente.

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sábado, 7 de fevereiro de 2009

A diferença entre; Anabolizantes & Esteróides Anabolizantes;

Pessoal visando o que vemos na internet direto o pessoal metendo o ferro nos anabolizantes vou postar um artigo aqui coisa que muitos sabem mais vamos lá.


1º - È preciso que as pessoas tirem a idéia de que todo anabolizante faz mal as pessoas que dizem isso podem ser consideradas completamente leigas no assunto.
( Há então Matheus você tá dizendo que eu posso bombar todo dia que não vou morrer? [Você é um louco] )
Bom eu não estou dizendo isso, vou explicar para vocês o que é Anabolizante e o que é Esteróides anabolizantes.


Anabolizantes: Anabolizante é todo alimento que faz o nosso corpo ganhar massa, isso quer dizer que o Arroz o macarrão e etc... São anabolizantes. Alias tudo o que comemos é um anabolizante por que por mais gordura que contenha faz agente ganhar um pouco de massa mesmo que seja 1 grama.

Esteróides Anabolizantes: Os EA's que é o problema esteróides anabolicos são substancias que tem como função produzir hormonios no corpo, porem pessoas que já tem hormonio se tomar muito tendem a sofrer consequencias graves que eu não vou citar aqui.
Os esteroides anabolizantes que são chamados de "BOMBA" e não os anabolizantes.
Lembre-se sempre de diferencias esses dois nomes.
Abraços.



Autor:
Matheus Henrique

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Atleta ou doente? Luiz Mezêncio de Oliveira

Título: Atleta ou doente
Autor: Luiz Mezêncio de Oliveira
Email: luiz.oliveira@vmetais.com.br
Tema: anabolizantes

Apaixonado e praticando musculação há mais de meio século, não consigo achar valor algum nos concursos de fisiculturismo. Nestas ocasiões vemos um desfile de pessoas enormes, pessoas que olhamos quase sem acreditar que um ser humano possa ficar com todos aqueles músculos, ou melhor, músculos daquele tamanho. Isto tanto nos homens quanto nas mulheres.

Desculpem-me, mas alguns se tornam verdadeiras aberrações, chegam a ser cômicos às vezes. Mulheres tendo que fazer a barba diariamente, voz de homem, perdem os seios e colocam silicone que ainda piora a situação. Procurem fotos da fisiculturista Denise Masino no site gatas lindas e musculosas e me digam se estou ou não com a razão.

Já vi fotos de loucos que se dizem atletas de fisiculturismo, que após injeções de óleos ou outra substâncias em seus músculos criam tumores de grande volume, para dar a impressão de que é um músculo grande e forte ou então provocam uma necrose (apodrecimento) da região injetada, que em alguns casos leva até à morte.

Estes são apenas alguns dos danos causados na parte externa do corpo. E no que diz respeito à saúde interna, vamos falar da hipertensão arterial, como se sabe uma grande parte da população já sofre desta doença e o uso de medicamentos chamados anabolizantes só piora esta hipertensão levando seus usuários a episódios de AVC (derrame cerebral) com graves seqüelas e até à morte.

Quem não tem problemas com sua pressão fatalmente passará a tê-los com o uso dos anabólicos. As lesões cerebrais que chegam a provocar convulsões em pessoas que nunca as tiveram antes levam à morte muitos daqueles que se arriscam por este caminho.

Bem vou parar por aqui, pois este assunto poderia se estender por muitas e muitas páginas, pois são inúmeras as enfermidades provocadas em quem quer ficar forte sem fazer força. Isto mesmo, força faz quem malha de cara limpa, ou melhor, de corpo limpo, sem qualquer estímulo extra, sem anabólicos, admiro quem faz um supino reto com mais de 100 Kg sem que para isto precise ser ajudado por drogas ilícitas.

Praticando musculação há 54 anos e médico com 46 anos de profissão, me recuso a ver qualquer beleza ou mérito em competições de fisiculturismo.

Falo com a certeza de quem malha há mais de meio século, ninguém consegue chegar no nível de competir em fisiculturismo sem usar anabolizantes.

E pergunto, são atletas? Claro que não, o atleta de verdade não aceitaria nunca entrar em uma disputa tendo qualquer tipo de vantagem, sem igualdade de condições é roubo, é safadeza.

Todo aquele que usa de artifícios para levar alguma vantagem em alguma competição não têm o direito de ser chamado “ATLETA”.

Para mim são doentes, são dependentes de drogas, sem elas não sentem motivação para nada, entram em depressão, perdem toda a euforia conferida por elas, sentem-se fracos.

Com o uso de anabolizantes tudo muda, sentem-se mais fortes, mais poderosos e com vontade de malhar cada vez mais. Portanto ficam escravizados a estas drogas que fornecem asas, mas proíbem o céu.

Ficam dependentes, viciados no seu uso, iguais aos usuários de cocaína e outras drogas, precisam de tratamento médico.

A pior coisa que aconteceu com a mãe de todas as ginásticas e de todos os esportes, ou seja, a ”musculação” foi a descoberta das drogas anabolizantes. A única droga anabolizante que não possui efeitos colaterais, ”é aquela que você não toma”.

‘Mens Sana in Corpore Sano’, esta é a minha religião de corpo e alma.

Luiz Mezencio de Oliveira
Médico do Trabalho e de Medicina Desportiva
(Praticante de musculação há 54 anos)

domingo, 18 de janeiro de 2009

A visão do puro muc sobre os anabolizantes.

Bom, visando um artigo claro e objetivo, onde escreveremos um artigo de opinião "impar" sobre o uso dos "esteróides anabolizantes".


Não é difícil encontrar artigos espalhados pela internet falando bem ou mau dos esteróides anabolizantes, algumas pessoas defendem o uso discriminado de tais substancias, outras defendem o uso moderado (Com intervalos e aplicações corretas), outros já não defendem de forma alguma.
O certo é que quando lemos algum artigo na internet sobre as substancias, algo comum de se encontrar é:
Os autores de tais textos, englobam todos os tipos de remédios com funções anabólicas e descrevem um texto, englobando assim o colateral de todos os remédios.
Mais na verdade nem todo anabolizante causa por exemplo o fechamento prematuro das epífises de crescimento.
Citei esse colateral por que em todos os artigos que eu li falava desse colateral.
O puro muc, não apóia o uso de anabolizantes mais por outro lado não condena, achamos que o governo devia investir mais nesse lado, passar mais informações as pessoas, e parar de englobar textos juntando colaterais com um único fim de fazer medo aos que pensam em tomar.
Pessoas que querem utilizas as substancias anabólicas devem consultar a bula do medicamento ver os malefícios que o medicamento que você vai ingerir pode te causar, e decidir se quer mesmo ou não.
No entanto o uso desses medicamentos ou venda é completamente ilegal.
Faça sua escolha.

Creditos: Puro Muc.